domingo, julho 27, 2014

O Amanhã será no Theatro Treze de Maio

Neste sábado, dia 02 de agosto:

o espetáculo em parceria entre o TUI e o Teatro Por Que Não? se apresenta pela primeira vez no palco do Theatro Treze de Maio!



Quase completando um ano de estreia, o espetáculo adulto, Amanhã Foi Outro Dia, terá mais uma apresentação em Santa Maria. Desta vez pelo projeto Treze: O Palco da Cultura.

Mesmo em meio às obras do Espaço Cultural Victorio Faccin, os ensaios não param. Entre cimento, madeiras, tijolos e muito mais, continuamos ensaiando a cada semana para não esquecer nadinha e não deixar de melhorar aquilo que queríamos. 

Porém, o mal tempo estava atrapalhando bastante os planos e então, graças a gentileza e compreensão das meninas do Grupo da Estação, nos mudamos (temporariamente) para um local limpo e sem chuvas, o Atelier da Estação. Ensaiamos por lá o mês de julho inteiro e agora queremos compartilhar com todos este nosso querido espetáculo.

Ensaio no Atelier da Estação.

Amanhã Foi Outro Dia teve sua dramaturgia construída com livre inspiração no texto Quando as Máquinas Param, do autor brasileiro Plínio Marcos. Adaptado ao contexto de um casal no início dos anos noventa, a peça aborda as dificuldades da vida a dois frente ao péssimo panorama financeiro do Brasil. Questões como o desemprego, o aborto, as dívidas, entre outras situações, transformam as convicções e atitudes do homem em meio às dificuldades da vida em sociedade.

Foto: Eduardo Ramos

SINOPSE
O espetáculo aborda quatro dias na vida de Joana e Ezequiel, um casal brasileiro nos primeiros anos da década de noventa. As contas, o orgulho, a fome, o aborto, o respeito, a fé. Situações que envolvem duas pessoas, duas idéias, dois pontos de vista. O difícil panorama financeiro do casal encontra cada vez mais obstáculos que não estavam nos planos, forçando decisões imediatas para situações sobre as quais não tiverem tempo de pensar. Quando as máquinas param, o amor se depara com as próprias promessas.

Clique aqui e confira a página do espetáculo.

Foto: Eduardo Ramos

O QUE? Espetáculo adulto Amanhã Foi Outro Dia
QUANDO? Dia 02 de agosto de 2014
ONDE? Theatro Treze de Maio (Praça Saldanha Marinho, SM)
QUE HORAS? 20h
QUANTO? R$ 14 (entrada inteira) - R$ 07 (estudantes e idosos) - R$ 10 (sócios do Theatro)

quinta-feira, julho 24, 2014

Risoto Cultural no Boteco do Rosário

É isso mesmo, sábado é dia de comer risoto no Boteco do Rosário!

A Chica Gaiger, pessoa especial e engajada, teve a ideia de fazer uma doação diferente para a reforma do Espaço Cultural Victorio Faccin, um risotão com todo o valor arrecadado investido diretamente na obra.


A Chica trabalha na Latino América Comunicação (nossos parceiros desde sempre!) e resolveu colaborar com os ingredientes e também com suas habilidades culinárias, oferecendo seu famoso risoto para quem quiser almoçar com a gente.

O Boteco do Rosário (outro parceiro de sempre!), adorou a ideia e disponibilizou a cozinha e o espaço do bar para os interessados em comer por lá mesmo. Não podia ser melhor do que isso!

Agora nós, Teatro Por Que Não? e Teatro Universitário Independente (TUI), com felicidade e fome, convidamos você para este almoço especial!

Obras no Espaço Cultural Victorio Faccin a todo vapor!

O telhado tá quase pronto, o assoalho vem na sequencia e em breve vamos concluindo as obras. Ainda assim, tem gente querendo ajudar pra nosso teatro ficar lindão de vez.

Quer fazer parte?
Vem pro risoto!

Estamos vendendo fichas antecipadas, é só entrar em contato: contato@teatroporquenao.com
As porções são limitadas!

O QUE: Risoto Cultural
ONDE: Boteco do Rosário (Rua do Rosário, nº 400. Bairro Rosário)
QUANDO: 26 de julho de 2014
HORÁRIO: a partir das 12h
VALOR: R$ 8,00

quarta-feira, junho 18, 2014

Amanhã Foi Outro Dia



Foto: Eduardo Ramos

SINOPSE

O espetáculo aborda quatro dias na vida de Joana e Ezequiel, um casal brasileiro nos primeiros anos da década de noventa. As contas, o orgulho, a fome, o aborto, o respeito, a fé. Situações que envolvem duas pessoas, duas idéias, dois pontos de vista. Quando as máquinas param, o amor se depara com as próprias promessas.

Foto: Eduardo Ramos


SOBRE A MONTAGEM

Amanhã foi outro dia teve sua dramaturgia construída com livre inspiração no texto "Quando as máquinas param", do autor brasileiro Plínio Marcos. Com direção de Felipe Martinez (TPQÑ?) e atuação dos colegas e amigos Cristiano Bittencourt e Marcele Nascimento (TUI), a peça foi pensada, criada e estreada no Espaço Cultural Victorio Faccin, atual sede dos grupos, consolidando mais uma frutífera e prazeroza parceria cênica do TPQÑ?.

Foto: Eduardo Ramos


FICHA TÉCNICA

Direção: Felipe Martinez
Elenco: Cristiano Bittencourt e Marcele Nascimento
Figurinos: Luiza de Rossi
Cenário: Cristiano Bittencourt, Felipe Martinez, Luiza de Rossi e Marcele Nascimento
Objetos cênicos: Aline Ribeiro, Cristiano Bittencourt, Felipe Martinez e Luiza De Rossi
Iluminação: Felipe Martinez
Trilha sonora: Felipe Martinez e Juliet Castaldello
Operação de som: Juliet Castaldello
Colaboração: André Galarça e Roosi Zannon
Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos

Foto: Eduardo Ramos


CURRÍCULO DO ESPETÁCULO
Apresentações realizadas


2013
7 de setembro - Estreia do espetáculo no Espaço Cultural Vitorio Faccin, em Santa Maria - RS.
1 de novembro - no Espaço Cultural Victorio Faccin, em Santa Maria - RS.

CLIPPING


Foto: Eduardo Ramos





domingo, junho 01, 2014

Sobre festival, cucas e prêmios

Olá pessoal! 

Nesta última sexta-feira estivemos em Rolante para a participação no XXI Festivale e foi memorável e muito divertido! Vem com a tia... 

Saímos bem cedo de Santa Maria, embrulhados em agasalhos e prevendo que iríamos nos apresentar no Pólo Sul. Ledo engano. Depois de 5 horas de viagem (com parada estratégica no Lisaruth, para encher o bucho de pastel de salame), chegamos em uma Rolante ensolarada, com um clima bem ameno e na hora do almoço... Fizemos uma refeição rápida pois o pessoal da Cia. Retalhos de Teatro iria apresentar o espetáculo Romeu e Julieta logo mais e iríamos ajudá-los na montagem e etc. 

A cidade já no clima da Copa, Márcio sensualizando na frente do Ginásio de apresentações, Juliet fugindo do paparazzi e o pessoal tomando conta do cenário de "Romeu e Julieta" na praça.

Às 14h começou Romeu e Julieta com a ilustre presença de um senhor visivelmente embriagado que adorou o espetáculo, participou ativamente e se emocionou com a música de rei Roberto Carlos em meio a um mar de alunos com faixa etária entre 12 a 16 anos, que suspiraram ao amor de Julieta, se deliciaram ao atrevimento de Romeu e riram muito às estripulias da Ama, Mercúcio e Teobaldo.

A estátua do Teixeirinha deu um toque a mais no cenário de "Romeu e Julieta", a moçada curtindo o espetáculo, o grupo na cena final e até a moça na sua melhor idade, estava curtindo!

Logo após a apresentação fomos convidados a assistir ao espetáculo Lua de Renda do grupo Cia. Teatral Era Uma Vez de Rio Grande. Infelizmente houve um black-out geral na cidade e o espetáculo teve que ser interrompido  no meio. Mas isso não os intimidou e terminaram o espetáculo com bastante profissionalismo assim que as luzes voltaram. 

Tínhamos tempo de sobra para montagem de cenário e de luz, quando de repente....


O tampão! Cara, o tampão do genuflexório do padre não veio com a gente, ficou esquecido e isolado lá em Santa Maria, não tinha como voltar para lá e pegar (como já aconteceu com o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá em Rosário do Sul - abaaaaaafa!). 

Ai Meu Deus Aline, o que é que é esse genuflexório??? 

É isso aqui ó: 

É onde tá a setinha. Nessa foto o genuflexório estava com tampão.
Foto: Estevan Garcia.

Helquer começou a ficar mais nervoso do que normalmente fica e Márcio com um passe de mágica, um pedaço de tecido tnt preto, umas tachinhas, martelinho e tesoura (sem ponta!!! ah lôca...), fez um tampão improvisado e acalmou nossos ânimos, porque ficou perfeito! 

Super Márcio ativar; todos somos um só quando se trata de montagem; maquiagem do Cardeal e Felipe se preparando para São Jorge.

Mesmo com esse contratempo, a montagem acabou bem e O Santo Parto estava prontinho para ser apresentado. Uma fila imensa se formou na frente do ginásio Cristo Rei, mesmo com o retorno do frio. A apresentação foi uma das melhores que tivemos (se não a melhor, na minha humilde opinião), os atores estavam tão unidos e viveram aquele momento tão intensamente que em um prazo de 1h15, o público foi ao riso, ao choro, à raiva e ao amor que foi uma experiência maravilhosa, em que os meus olhos lacrimejaram e nunca senti uma sensação tão boa de trabalho concluído!

Fila da galera esperando para assistir; o espetáculo (pausa para o tampão improvisado - nem dá pra perceber!) e os atores em cena!

Tivemos um ótimo debate e em que foi apontado os acertos e também os erros do espetáculo, discutimos sobre o texto, interpretações e detalhes que nos enriqueceram e com certeza serão levados em consideração nos próximos ensaios e consequentemente, nas próximas apresentações. Saímos do ginásio às 23h, tempo só para comer um pastel fritinho na hora e tomar um suco, nem conseguimos marcar uma cerveja com o pessoal do Teatro Candeia que estava lá também. Uma da manhã estávamos de novo na estrada, voltando para Santa Maria, debaixo de chuva, mas em uma viagem bem tranquila!

No sábado, em uma janta na casa do Helquer, esperamos os resultados da premiação que o pessoal do Candeia (que ficou lá e topou nos representar)  iria nos passar... Rufem os tambores, fomos premiados! Levamos os prêmios de melhor cenografia, melhor ator coadjuvante (Felipe Martinez), melhor ator (André Galarça), melhor direção (Helquer Paez) e melhor espetáculo. Ainda fomos indicados à melhor caracterização, figurino, sonoplastia, iluminação, atriz coadjuvante (Alexia Karla) e ator coadjuvante (Julio Aranda). 

Logo depois, Nipo, do Teatro Candeia, ligou novamente e comentou: "Um senhor saiu no meio do espetáculo de vocês e comentou sobre no facebook dele"

Eis que deparamos com esse depoimento:


Nunca vi um depoimento tão cheio de raiva e tão agressivo. Quando li pela primeira vez, também fiquei com raiva, quis retrucá-lo na hora, mas vi que retrucar na mesma raiva não se leva à uma discussão saudável e acaba se tornando uma troca de insultos sem fim. 

Felipe Martinez fez questão de expor esse fato e achou palavras suficientes para replicar:

"Discursos como esses somente reafirmam a importância de espetáculos como o "Santo Parto" para combater a intolerância à diversidade.

Acredito fielmente no poder do teatro em sensibilizar o ser humano. Por isso, temos que ter tanto cuidado com a responsabilidade naquilo que fazemos. Nosso objetivo não é "enfiar" uma informação goela abaixo, mas sim abrir mais uma possibilidade de reflexão, mais uma opção de entendimento.

Bem ou mal, isso funcionou na sexta-feira, afinal, este senhor voltou pra casa pensando no espetáculo, e pelo visto, pensando muito.

Pena que não ficou até o final e, mais lastimável ainda, não participou do debate."



Como vai parar esse embate? Não vai terminar tão cedo, pois além dele ainda há muitas pessoas que pensam similarmente a esse senhor e não cabe a nós apontar-lhes o dedo e insultar, nos cabe estarmos abertos a discussão e reflexão, apoiar a livre expressão e compreender (ou pelo menos tentar!) opiniões divergentes às nossas. 

Então, ao senhor, muito obrigada! Atos como esse nos faz pensar no nosso trabalho e ver que ainda há muito o que fazer e espero no fundo do coração que o senhor tenha a oportunidade de assistir o espetáculo até o final e estamos disponíveis para conversar e esclarecer. 

Um grande abraço para todos! E um agradecimento especial ao pessoal do Festivale pela recepção, aos jurados e ao Candeia pela disponibilidade!


FUI!






quinta-feira, maio 29, 2014

Por Que Não? em Rolante

Pessoal de Rolante!

Sexta-feira dia 30 de maio, o Por Que Não? chega para participar do XXI Festival de Teatro do Vale do Paranhana. O espetáculo da vez é O Santo Parto, com a parceria da Cia. Retalhos de Teatro.

Nunca ouviu falar do O Santo Parto? Clique aqui e saiba mais.

O Festival começou no dia 26 e vai até dia 01 de junho, as apresentações acontecerão no Salão Paroquial Cristo Rei (Av. Getúlio Vargas, 167 - Centro) e o ingresso é 1kg de alimento não perecível.

Barbada não é?




Se você estiver pelas redondezas, esperamos que dê uma passadinha por lá!

Confira a programação completa


Até mais!

Fotos: Estevan S. Garcia