Teatro Por Que Não?

quarta-feira, agosto 15, 2018

Oficina de Iniciação Teatral

Estão abertas as inscrições para mais uma edição da nossa Oficina de Iniciação Teatral! 


Para quem sempre teve vontade, mas ainda não conseguiu participar do nosso Curso de Teatro, a Oficina é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco das técnicas mais básicas de interpretação teatral. 

Não precisa ter experiência anterior e são aceitas pessoas a partir dos 15 anos, sem limite máximo de idade. A ideia é uma vivência de um final de semana, com duração de dez horas, para que você tenha um primeiro contato com o teatro. Que tal? 



Ficou com vontade? A gente te explica tintin por tintin como vai funcionar! Vê só:

Quando será?
Serão dois dias: 01 e 02 de setembro de 2018 - sábado (9h às 12h e 14h às 17h) e domingo (14h às 18h)

Qual é o limite de idade?
A idade mínima para participar é de 15 anos.

O que vamos trabalhar?
Serão aplicados exercícios básicos que trabalham consciência corporal, expressividade, jogo teatral, improvisação e trabalho vocal. A ideia é que o aluno entenda o seu corpo e voz como instrumento de trabalho, fazendo a utilização das técnicas de interpretação teatral. É similar ao conteúdo que aplicamos no nosso Curso de Teatro, só que de uma maneira mais condensada. 

Preciso levar alguma coisa?
Sempre recomendamos vir com roupas bem confortáveis e que traga uma garrafa de água e um lanchinho leve.

→ Quanto custa?
O investimento é de: R$ 120,00 (à vista) ou R$ 150,00 (em duas parcelas de R$ 75,00). Nossa forma de pagamento é em dinheiro ou no cartão (aceitamos débito e crédito). Em caso de pagamento parcelado em dinheiro, a primeira parcela deverá ser paga no ato da inscrição e a segunda deverá ser paga no primeiro dia de oficina (01 de setembro de 2018).

→ Tem certificado?
Sim, no final ofereceremos um certificado de 10 horas de atividade.

Ficou com mais alguma dúvida? Manda um alô pra gente, pode ser aqui nos comentários, nas nossas redes sociais (@teatroporquenao) ou no nosso whats app (55 99188-7135). 

terça-feira, julho 17, 2018

Curso Livre de Teatro: Matrículas abertas!

Como vocês acompanharam aqui no blog, nas últimas semanas as nossas turmas do Curso Livre de Teatro encerraram as atividades do semestre. Foram duas apresentações de exercícios cênicos com textos dos grandes nomes do teatro brasileiro: Ariano Suassuna e Nelson Rodrigues

Encerramento do Curso Livre de Teatro (turma de terça) com fragmentos de textos de Nelson Rodrigues.

Pra que a gente possa continuar o ano com mais e mais Curso de Teatro, as matrículas estão abertas novamente para ingresso de novos alunos. Isso apenas para o Curso Livre, cujas turmas são as únicas de frequência semestral. 

Então, definitivamente, essa é a última oportunidade do ano pra você, que sempre quis se aventurar nessa descoberta que é fazer teatro; que acha que é tímido, reservado e quer trabalhar com essas questões; ou pra você que já se sente um artista e acha que é só questão de aprimorar; ou ainda pra você, que quer melhorar no seu trabalho, se comunicar melhor, aprender a falar em público, apresentar aquele seminário da faculdade sem suar as mãos o tempo inteiro. As necessidades são muitas e estamos aqui para te mostrar que o teatro pode ajudar em todos esses quesitos. Que tal experimentar? 

Instrutor Geison e a turma do Curso Livre de Teatro (turma de quinta) logo após a apresentação no dia 01/07.

Mas e aí? Como funciona o Curso Livre de Teatro?
Nessa modalidade, vamos trabalhar com adultos, a partir dos 18 anos, com pouca ou nenhuma experiência anterior com teatro. O Curso Livre será semestral, as aulas iniciam em agosto e vão até o início de dezembro e os encontros acontecem 1x por semana, com duração de três horas. 
No que diz respeito ao conteúdo, esse é o Curso onde vamos trabalhar aspectos como a consciência corporal, desenvolvimento da capacidade expressiva, jogo teatral, atenção, concentração, resistência física, jogo teatral, improvisação e contracenação. Ou seja, um apanhado básico das técnicas de interpretação teatral para que o aluno possa, a partir do seu próprio instrumento de trabalho - o corpo e a voz - fazer suas próprias descobertas e aprendizados.

Confere no vídeo a galerinha do ano passado apresentando aqui no Espaço Cultural Victorio Faccin.

Quais são as turmas e horários?
Para o próximo semestre a oferta de turmas e horários é a seguinte:
- terças-feiras, das 15h às 18h;
- quintas-feiras, das 18:30 às 21:30.
Para ambas as turmas, são bem-vindos adultos a partir dos 18 anos mas sem limite de idade. Também não precisa ter feito teatro antes e também não terá problema se você não faz outras atividades similares. A única exigência é que você tenha vontade de participar.


Qual o investimento?
O investimento semestral para o Curso Livre de Teatro é de R$580,00 à vista ou R$625,00 a prazo, em até 5 parcelas de R$125,00. Para o parcelamento, trabalhamos com cartão de crédito e boleto bancário, com data de vencimento de sua preferência. Além disso, há uma taxa de matrícula de R$35,00 que deve ser paga no ato da inscrição e que garante a sua vaga aqui no Curso. Não há custos adicionais de figurinos e/ou outros objetos, está tudo incluso nesse valor. 


Até quando posso fazer minha matrícula?
Até o início de agosto, que é quando começam as aulas de ambas as turmas. Entretanto, como essas turmas já estão com muitos alunos do semestre anterior matriculados, restam poucas vagas das 16. Então, quanto antes você vir e garantir a sua, melhor.
Para se inscrever no nosso Curso, você pode vir aqui no Espaço Cultural Victorio Faccin. Estamos localizados na Rua Duque de Caxias, 380, no Bairro Rosário. Confere o mapa pra se localizar melhor e aparece!

Para qualquer dúvida, você pode falar conosco através do telefone (55) 3217-6600, do whatsapp (55) 99188-7135, do e-mail contato@teatroporquenao.com ou ainda pelas nossas redes sociais (todas são /teatroporquenao).

Todo mundo pode fazer teatro. Você também. :) 

quarta-feira, julho 11, 2018

Curso de Teatro: Finaleira - Turma Livre - Terças

Olá, seus lindos!

Tudo bem com vocês?!

Com a gente tá tudo de buenas, encarando esse tempo de friozinho aqui em Santa Maria. O inverno chegou mesmo, né não? 

No último domingo foi a vez de finalizarmos mais uma turma do nosso  Curso de Teatro. A bola da vez foi a turma Curso Livre Adulto - Terças-feiras, que teve instrução de Luiza De Rossi e assistência de Juliet Castaldello. A temática dessa turma foi fragmentos das obras de Nelson Rodrigues. Quer dar uma olhada e ver como foi? 









Bacana, né não? Clique aqui e veja como foi com a Turma Livre Adultos - Quintas-feiras. E fiquem ligados que logo, logo, novas vagas serão abertas para a Turma Livre no segundo semestre. Enquanto as matrículas ainda não estão abertas, clique aqui e veja como a gente trabalha com essa turma e aqui para saber um pouco mais sobre o nosso Curso de Teatro.  

Queremos ver você na nossa próxima turma, viu?!

Até a próxima!

Vamo ser chique no segundo semestre, néam????



quinta-feira, julho 05, 2018

Curiosidades: Quando o pau cai a fôia!*

Oi lindos!!

Como vocês podem ver aqui e aqui, fizemos esse espacinho para você saber um pouco mais sobre como montamos nossos espetáculos. 

Hoje a gente vai falar de algo que não é tão bacana, mas que deixa um monte de gente morrendo de curiosidade em saber como se faz isso em cena. 

Tiro, porrada e bomba: como é que fazemos cenas violentas?!



É claro que ninguém gosta de apanhar, né? Mas volta e meia cai em nossas mãos um texto em que o iluminado do dramaturgo coloca cenas mais intensas. 

O que fazer nessas horas?
a) Deixar que o ônus de ser ator bata na sua cara e se entregar de corpo e alma para tapas, socos e rasteiras? 
b) Levar pro pessoal, se tomar forte na cara, vai revidar em dobro, pensando que isso só vai agregar valor à cena?
c) Contratar alguém que tenha a façanha de tomar na cara e que possa ser o seu dublê?
d) Desistir de ser atriz e ver que essa vida não é pra você?
e) Nenhuma alternativa acima.

Antes que você já ligue para o Disque Denúncia, calma lá! Te digo que é possível fazer cenas de violência sem derramar uma gota de sangue ou fazer um hematoma. 

São diversas formas de se conseguir fazer cenas violentas: alguns grupos fazem treinamento com alguma arte marcial específica, outros procuram marcar movimentos e reproduzir cenas retiradas de outras fontes como filme, videoclipes, outros se inspiram em passos de dança e logo depois transpõe para uma cena de luta. Todos esses vieses tem uma coisa em comum: consciência corporal

Uma coisa é certa: quando se trata de pancadaria, tudo tem que ser bem calculado, para não sair apanhando de graça. Não dá para fazer a cena sem concentração, sem paciência e sem ensaio, pois um deslize pode comprometer a integridade do artista. (falei bonito agora, né non?)

Tô enrolando, enrolando e não tô te falando como a gente faz, né? Então vou usar como exemplo um dos nossos espetáculos e aí espero que tenha conseguido te explicar, ok?

O Abajur Lilás (2009-2012)

O finadinho espetáculo foi o que mais houve cenas de violência aqui no nosso catálogo. Não é por menos, pois se tratava de um texto extremamente intenso: conta a história de Dilma, Célia e Leninha, três prostitutas que vivem sob o mando do cafetão Giro e seu capanga Osvaldo. 

Foto: Gerardo Martinez

Vou tentar resumir ao máximo sobre o que se trata o texto. Respira fundo e vai...
O texto começa mostrando o quão degradante é o ambiente do bordel, com Dilma terminando mais uma noite de intenso trabalho. Mesmo tendo trabalhado o máximo que pode, é pressionada por Giro para fazer mais dinheiro. Em meio a discussão, Célia chega bêbada e causa tumulto. No dia seguinte, antes de começar mais um dia de batente, Dilma e Célia conversam a possibilidade de uma das duas estarem com tuberculose, Célia acaba desabafando sobre a vida horrível que levam e decide se rebelar, quebrando um abajur lilás. Dilma sabe que isso pode prejudicar ainda mais a situação dela e decide sair. Nesse meio tempo, Giro contrata Leninha, uma prostituta nova que poderá garantir maiores lucros para o bordel. Chegando no quarto de Célia e Dilma, Giro se depara com o abajur quebrado e fica furioso, porém, com Leninha perto, não quer causar muita bagunça e decide comprar outro abajur. Em seguida há o encontro das três colegas de trabalho, onde Dilma não quer falar sobre o abajur e Célia ainda continua emputecida. No meio da discussão, Célia quebra o abajur novo, e dessa vez Dilma é tomada por uma fúria e vai para cima de Célia. Leninha escapa antes que a culpa recaia nela. Com o quarto vazio, Osvaldo chega, vê o abajur quebrado e decide quebrar todo o quarto, pensando na consequencia que cairá sobre as meninas. Achando que o quarto quebrado foi obra das prostitutas, Giro começa uma sessão de interrogatório para descobrir quem foi que quebrou os dois abajures e o quarto. Utilizando de métodos aplicados de tortura que realmente aconteciam no país nos anos 60, Giro pressiona uma a uma para que entregue a culpada. Dilma desmaia, mas não denuncia. Leninha tenta não falar, mas acaba denunciando Célia. Sem ouvir os pedidos de desculpas de Célia, Osvaldo descarrega uma arma em cima dela. Terminada a sessão de tortura, Giro pede para as meninas se recomporem, limparem o quarto e irem trabalhar. 

Tenso, não é mesmo? Esse texto é de Plínio Marcos e é um retrato do Brasil no final dos anos 60, principalmente se tratando de perseguição militar, caça à contraventores, tortura e sumiço de pessoas. 

No texto original as torturas finais retratadas eram: queimaduras de cigarro, bicos dos seios apertados com alicate (Dilma), pau de arara (Leninha) e disparos de arma (Célia). Pensando em viabilidade e também na pouca experiência que tínhamos, substituímos o alicate por afogamento e a arma por martelo. 

Foto: Gerardo Martinez

As cenas eram ensaiadas isoladas e demarcadas, contando passos, medindo força em momentos de pegar as atrizes pelo cabelo e pela cintura, posicionando o corpo, etc. Logo após de feitas, eram repassadas repetidas vezes, sempre procurando mapear a cena. 

Foto: Gerardo Martinez

Um exemplo era a cena do martelo que mataria Célia. A estrutura era: Célia agarra as pernas de Osvaldo - Osvaldo afasta Célia com o pé no ombro dela - Célia cai - Osvaldo guia Célia até o ponto de impacto do martelo - Osvaldo apoia a mão sobre a cabeça de Célia - Osvaldo dá a primeira martelada na base ao lado da cabeça de Célia, previamente colocada - Célia relaxa totalmente o corpo.

Uma vez que a cena é mapeada, a fazíamos com maior tranquilidade, garantindo confiança em nossos colegas. 

Foto: Gerarddo Martinez

Uma coisa que aprendemos sobre consciência corporal é que quanto mais relaxado o corpo, menos arestas são feitas e, consequentemente, menos impactos isolados o corpo sofre. Um exemplo: por que bebês e pessoas bêbadas quando tomam um tombo não se machucam tanto? Porque tem anjos da guarda muito eficientes? Não. É porque o corpo está relaxado. Enquanto o bebê ainda não tem os reflexos apurados, o bêbado os tem anestesiados. 

Mas alerto: quando falamos de corpo relaxado em cena não é sinônimo de corpo morto. É um corpo sem tensões desnecessárias. Pegando a cena do martelo, se Célia resistisse em cair no momento em que Osvaldo põe o pé no ombro dela, ele o faria com mais força que resultaria num pisão forte e uma possível lesão no ombro. 

Chegamos no que denominamos como ação e reação. Pegamos a ideia de Newton e ajustamos para a nossa realidade - toda a ação gera uma reação MAS NÃO com o mesmo valor. Em miúdos, o que vemos como espectador é um pisão que Osvaldo dá em Célia, mas na realidade o Deivid (ator que fez esse personagem) apenas toca o ombro de Aline (quem fez a Célia). É o papel de Aline e Deivid representarem essa força.

Tipo assim?



Hehehehe, não, não precisa ser tão visceral assim, que nem esse tiozinho aí de cima. No caso de Abajur Lilás, as ações e reações tinham que ser mais próximas do real. Além da cena do martelo descrita e as cenas de torturas que comentei antes, tínhamos as seguintes agressóes cênicas:

- Puxões de cabelo;
- Tapas;
- Rasteiras; 
- Enforcamento;
- Chutes;
- Xingamentos; 
- e até cusparada na cara. 

Tenho que admitir que nos primeiros ensaios e as primeiras apresentações, as agressões saíam de linha e acabavam machucando mesmo. Aí entra o bom senso do elenco e da mediação do diretor: passávamos ensaios e mais ensaios discutindo qual seria a melhor forma de fazer tal cena sem que nem ninguém se machuque. Era de suma importância nos sentir livres em comunicar se alguma coisa estava nos incomodando para não perder principalmente o respeito entre nós.  

Depois de O Abajur Lilás, o único espetáculo que restou que tem cenas violentas é o Travessias, mas ainda assim não é tão intenso quanto o Abajur

Em uma das poucas cenas com agressão em Travessias, o menino obriga a menina a limpar o chão que até então estava desenhado. Como ela demora a apagar o desenho, o menino decide "ajudá-la", limpando o chão com o próprio corpo da menina, ou seja, a arrastando no chão. 

Foto: Divulgação TPQN?

Nesse caso, muda um pouco o trabalho corporal. Enquanto no Abajur buscávamos tirar tensões para a queda ser melhor amortecida, no Travessias, a atriz tinha que manter o torso firme para que o ator conseguisse carregá-la sem esforço. 

Novamente pontuo aqui, é tudo questão de consciência corporal. É saber como cada músculo do nosso corpo trabalha e treiná-lo para ser usado no momento certo. Temos nossos reflexos, que são involuntários, mas com treino e ensaio, condicionamos a retardar suas ações. 

Em caso de cenas de agressões, a improvisação não é bem-vinda e pode causar um grande estrago na apresentação. Querer criar uma ação na hora em uma cena que veio ensaiada várias vezes, tem muito mais chances de dar errado e de alguém acabar saindo machucado, do que dar certo e ser uma bela cena. Portanto, não banque o bonzão nessas horas, siga direitinho o que foi ensaiado que tudo sairá bem

Será que eu consegui matar a sua curiosidade? 

Se não, deixe as suas perguntas aqui que em breve a tia vai responder, beleza?!

*"Quando o pau cai a fôia" é uma expressão mineira que significa que a briga vai acontecer. Sinônimos: "quando pau vai comer", "quando a cobra vai fumar", "quando a casa cai", puzando pra terra gaúcha "pretiou os zóio da gatiada".

quarta-feira, julho 04, 2018

Curso de Teatro: Finaleira Turma Livre - Quintas

Olá, seus lindos!

Você mal piscou os olhos e o semestre já está chegando ao fim! E o nosso Curso de Teatro também tá entrando em reta final. Não são todas as turmas, calma lá!

Estamos falando da Turma Livre para Adultos, que é voltado para o pessoal que nunca teve contato com o teatro e sempre quis experimentar. Falamos um pouco sobre como é o nosso processo de trabalho com a turma iniciante - você poderá ver aqui

Infelizmente não são apresentações abertas, mas ainda nesse ano teremos apresentações das turmas de Montagem Adultos, Jovens e Infantil que serão abertas ao público. Fiquem ligados que em breve as datas dessas apresentações serão divulgadas!

Por enquanto você poderá dar uma espiadinha em como foi a apresentação da Turma Livre Adultos - Quintas-feiras, com o instrutor Geison Sommer que teve auxílio de André Galarça. A apresentação foi nesse último domingo, dia 01 de julho, no Espaço Cultural Victorio Faccin, eque contou com trechos de peças do autor Ariano Suassuna.









Ficou morrendo de vontade de fazer teatro? Então te trago uma notícia bem delicinha: em agosto abriremos vagas para as novas Turmas Livres para Adultos. Manteremos os mesmos horários do primeiro semestre de 2018, clique aqui e saiba mais. Em breve trarei as datas de matrícula e início de aula. 

Bora fazer teatro? 

Até a próxima! 

Vamos ser super stars!