Teatro Por Que Não?: Apresentados!

terça-feira, julho 13, 2010

Apresentados!

Amigos e teatreiros,

nos apresentamos, finalmente, no 23º FITUB, aqui em Blumenau. Fizemos duas sessões da peça, o que sempre achamos que seria impossível, mas aconteceu! O teatro lotou em ambas as sessões, e ficamos muito felizes com isso... A primeira foi um pouco nervosa, mas na segunda sessão tudo rolou melhor. O público nos recebeu super bem e... No outro dia, Rosyane Trotta e Narciso Telles fizeram a análise do nosso espetáculo, que por sinal, foi incrível. Nos mostraram diversas possibilidades, nos apontaram caminhos, fizeram considerações super pertinentes, e nos encheram de idéias, de questionamentos e indagações, o que é muito importante pro nosso trabalho. O festival está interessantíssimo, está sendo uma enxurrada de informação, formação e vivência. Estamos fazendo oficinas ótimas, além de tudo! Está tudo maravilhoso. Hoje assistimos a um espetáculo super irreverente e louuuuco, chamado A Cena é Pública, da UNIRIO, e daqui a pouco tentaremos ver A Serpente, da UFRJ, se conseguirmos entradas.

Agora, posto aqui uma crítica feita no Jornal de Santa Catarina de hoje, que é aqui de Blumenau, pelo jornalista Vinícius Batista, e as fotos são de Rafaela Martins.

OPINIÃO: REALISMO DO INÍCIO AO FIM


As sobrancelhas bem-feitas e arqueadas de Giro, o homossexual dono de um prostíbulo, interpretado pelo ator Cauã Kubaski, enfrentavam o público que se acomodava no pequeno auditório do Teatro Carlos Gomes para assistir O Abajur Lilás, a segunda peça da Mostra Universitária Nacional do Fitub, domingo à noite. Suas “funcionárias”, o trio Célia, Dilma e Leninha, circulavam entre as pessoas, com cigarro na mão e se aproveitando do colo de alguns homens, enquanto a trilha, com sambas antigos, criava um clima boêmio.
O realismo da preparação antes de subir ao palco continuou no enredo e na interpretação do Grupo de Teatro Por Que Não?, de Santa Maria (RS). O texto de realidade crua e nua de Plínio Marcos encontrou a medida certa nos personagens. Nem exagerado e sério demais, nem superficial e somente cômico. Trágico e engraçado, o enredo ganha força na cena final, quando o personagem Oswaldo, até então em segundo plano, se destaca e as atrizes se esgotam no sofrimento de seus papéis.
A cenografia simples colaborou para realçar o realismo da interpretação. O cansaço natural dos atores – o grupo apresentou o espetáculo em dois horários no mesmo dia – estava registrado na voz rouca, mas não fez o grupo perder pontos.

Saudações teatrais para todos e, assim que tivermos mais novidades, mandamos notícias!
E vamo teatrá!

Um comentário:

  1. Muiiiitttoooooooooooooooo LegaLLL!!!!!
    O povo de Rosário ficou boquiaberto com vocês e o melô "Tocar na Banda, pra ganhar o quê?" embalou o festival até o seu final... Da mesma forma deve estar sendo aí em Blumenal!! Merda pra todos!!!! E Vamo que vamo!!! hehehe...

    Mariana Lohmann

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