quarta-feira, setembro 28, 2011

TELA PRETA CAFÉ - parte 2

Caros amigos,

Hoje, 28/09, o Teatro Caixa Preta - Espaço Rozane Cardoso (Anexo ao prédio 40 - UFSM), apresenta mais um filme da Série "+" - TELA PRETA CAFÉ - Cinema e Debate.   O documentário que será mostrado, Cronicamente Inviável, de Sérgio Bianchi, compõe um espaço de discussão referente à POLÍTICA + COTIDIANO. Se você quiser conhecer mais sobre o filme (sinopse, ficha técnica, etc), clique aqui e confira!

O evento começa às 19h, no Teatro Caixa Preta, e tem entrada franca! Não perca! Após o documentário, uma roda de discussão, regada a um bom cafezinho!


O Evento Tela Preta Café é a união de dois Projetos de Extensão do Teatro Caixa Preta: O Tela Preta, onde acontecem os ciclos de cinema, e O Preta Café, onde o espaço do teatro se abre para promoção de debates e mesas redondas com convidados que vêm expor suas idéias e/ou fomentar e esclarecer temas importantes que muitas vezes ficam de fora da grade curricular tradicional... tudo isso enquanto degusta-se o delicioso café preparado pelos monitores do Teatro!

Confira um trecho do documentário Cronicamente Inviável


Na 1ª edição da série "+" -  TELA PRETA CAFÉ - Cinema e Debate, ocorrida no dia 22/09, o documentário A Música é a Arma foi exibido para mais de 45 pessoas, as quais enriqueceram o evento fazendo-se presente no debate! Faça parte você da segunda edição da série "+". Na semana que vem, 05/10, POLÍTICA + ECOLOGIA, com o documentário O Veneno Está na Mesa.

Avise a todos e venha dividir esse momento de informação, cultura, política e arte!
Um abraço!

quarta-feira, setembro 21, 2011

(pausa dramática) - 8ª edição

Boa tarde à todos!

Mais uma segunda-feira de (pausa dramática) vem aí! A 8ª edição contará com os atores Alessandra Dörr e Márcio Carvalho, realizando a leitura livre do texto Como se livrar da coisa, do autor Eugène Ionesco. Como sempre, a leitura acontece no Boteco do Rosário, na próxima segunda-feira, dia 26 de setembro, às 20h. Vale lembrar que o evento tem entrada franca.


Sinopse do texto
Retrato do absurdismo do pós-guerra e da incomunicabilidade entre as pessoas, Como se livrar da coisa traz o casal Amadeu e Madalena que, depois de um acontecimento estranho, optou por não sair de casa. Na verdade, julgam não haver opções, precisam seguir levando “a coisa”. Isso já faz quinze anos... Madalena trabalha como telefonista, em casa, e passa seus dias limpando os cômodos, dos cogumelos que surgem em todos os cantos e que tornam, cada vez mais, o espaço e a vida impenetráveis, insuportáveis. Os cogumelos são a presença de um passado que ainda está ali, tomando conta de todo o espaço, “aumentando, aumentando”... Enquanto isso Amadeu escreve seu livro, há quinze anos sem conseguir sair da primeira cena: “a velha diz ao velho ‘você acha que a coisa vai?’ e o velho responde ‘sem ajuda a coisa não vai.’” 

Sobre o autor
Eugène Ionesco, autor romeno que passou um tempo de sua vida em Paris, nasceu em 1909 e faleceu aos 81 anos. Dedicou-se ao teatro após uma etapa como escritor e ensaísta em Paris. Considerado um dos principais representantes do Teatro do Absurdo, converteu-se, depois de uma fase inicial de não aceitação pelo público, em um dos autores mais representados em todo o mundo. Utilizou-se de inspirações dadaístas e surrealistas, iniciando sua carreira com uma série de peças em 1 ato - A cantora careca, A lição, As cadeiras, Vítimas do dever, Jacques ou a submissão - que surpreenderam por sua irrealidade, obsessão e humor grotesco. A esta primeira fase mais experimental pertencem a peça em 3 atos Amadeu ou Como se livrar da coisa e os textos curtos O quadro, O novo inquilino e O Improviso da alma. Com Assassino sem recompensa inicia uma segunda fase criadora, em que afirma sua posição anti-realista e crítica, afora sua visão absurda da existência. Desse período constam, entre outras, O rei morre e uma de suas obras mais conhecidas, O Rinoceronte.

O QUE?: 8ª edição do (pausa dramática), com a leitura livre de Como se livrar da coisa, de Eugène Ionesco, por Alessandra Dörr e Márcio Carvalho.
QUANDO?: Segunda-feira, dia 26 de setembro.
ONDE?: Boteco do Rosário (Rua do Rosário, n° 400).
QUE HORA?: 20h.
QUANTO?: De graça!

Aguardamos todos vocês lá!
Saudações dos interrogativos.

terça-feira, setembro 20, 2011

TELA PRETA CAFÉ

Boa tarde de feriado gaúcho à todos!

Nessa semana, o Teatro Caixa Preta - Espaço Rozane Cardoso (Anexo do prédio 40 - UFSM) lança uma programação para o final de setembro e início de outubro. É a série "+" do TELA PRETA CAFÉ - Cinema e Debate, que conta com três diferentes documentários, seguidos de debate e café a vontade, referentes a temática POLÍTICA
No dia 22 de setembro, às 19h, a série "+" falará sobre  POLÍTICA + ARTE, apresentando o documentário A Música é a Arma, produzido e dirigido na França em 1982, por Stéphane Tchal-Gadgieff e Jean Jacques Flori


O documentário fala sobre a vida, as declarações e a ideología de Fela Anikulapo Kuti, músico multistrumentista, cantor, compositor, político e ativísta nigeriano criador do estilo musical afrobeat, que estabeleceu a relação explosiva entre a música tradicional africana, as novidades do higlife de Gana, os ritmos afro-cubanos e, destacadamente, a influência norte-americana do Jazz e da Black Music. A soma deste lastro musical juntamente com a vivência de Fela Kuti com o Movimento Black Power e com o Panafricanismo estabelece a fusão primordial da experiência afrobeat: arte e ativismo revolucionários bem captados neste registro histórico incomparável. Além da localização da genialidade de Fela Kuti, o documento apresenta imagens do cotidiano do artista, como sua propriedade, a República Kalakuta, e sua casa noturna, África Shrine - ambas declaradas territórios independentes dentro do país. 

Confira um trecho do documentário!

O filme é uma mostra concreta do enfrentamento que traz o “Presidente Negro” ao seu conflitante e violento cotidiano da Nigéria nas décadas de sessenta e setenta. "A Música é a Arma" é essencial para todos saberem mais sobre o artista e sobre a história da música africana.

Não deixem de comparecer ao Teatro Caixa Preta e prestigiar a série "+", que conta também com um caloroso debate e um ótimo café! Nas próximas semanas, serão apresentados documentários sobre POLÍTICA + COTIDIANO e POLÍTICA + ECOLOGIA.

Um super abraço a todos! E um ótimo feriado aos gaúchos!

domingo, setembro 18, 2011

Teatro Candeia

Boa tarde de domingo à todos!

É com muita alegria que indicamos, para que você conheça, o novo site do grupo Teatro Candeia! Formado em 2010, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Teatro Candeia surge com o intuito de dar continuidade aos trabalhos e às pesquisas realizadas no ano de 2011, dentro do Curso de Artes Cênicas.


Formado por oito integrantes, o grupo possui no seu repertório três espetáculos: A SerpenteAmores de Dulcinéia e Esta propriedade está condenada Em 2011, o Teatro Candeia tornou-se membro integrante do Palco Fora do Eixo, uma das frentes temáticas da maior rede de cultura livre do país, o Fora do Eixo.

Foto: Fabrício Leão

Foto: Patrício Orosco Contreras

Não deixe de conhecer o site do grupo!

Um abraço a todos e uma ótima semana!


quarta-feira, setembro 14, 2011

Pausa para Arrabal

Os cinco personagens da trama Fando e Lis, do autor Fernando Arrabal, invadiram o Boteco do Rosário na última segunda-feira, dia 12 de setembro, e envolveram o público que acompanhou sua jornada infindável em busca do encontro com Tar. Anderson Martins (Fando), Raiana Paludo (Lis), Márcio Carvalho (Namur), Fabrício Leão (Mitaro) e Geison Sommer (Toso) dispuseram-se no palco e em uma mesa do bar, proporcionando um espaço de interação entre os núcleos de personagens presentes no texto.

Foto: Diogo Reck Figueiredo
A 7ª edição do (pausa dramática) contou com esse grupo de atores, que já havia realizado uma montagem do texto de Arrabal, sob a direção de Eduardo Colombo, e que, decididos a vivenciarem uma nova experiência, realizaram a leitura de Fando e Lis. Segundo o próprio grupo, a ideia era que a leitura não permanecesse com a concepção do espetáculo, mas que resgatasse alguns elementos que foram presentes durante o processo criativo.

Foto: Diogo Reck Figueiredo
Dessa maneira, para a leitura, o grupo investiu numa estética que mesclava elementos das situações de casamento e velório, explorando tais situações nos figurinos e nas maquiagens dos atores, o que ajudava a ambientar o clima de absurdo proposto pelo autor. Alguns elementos sugeridos pelo texto também foram utilizados como a corrente, que prende Lis ao carrinho; as algemas, objeto de tortura utilizado por Fando; e o guarda-chuva, que abrigava Namur, Mitaro e Toso.

Foto: Diogo Reck Figueiredo
O resultado de tudo isso foi um público entregue aos atores, que não desgrudava os olhos e ouvidos durante o desenrolar da leitura. A 7ª edição do (pausa dramática) mais uma vez foi uma satisfação e nós somos gratos a todos que colaboram e vem colaborando para que isso possa acontecer. E o maior colaborador, é claro, é a presença enérgica e vibrante do público.

Foto: Diogo Reck Figueiredo
A todos, um muito obrigada.
E abraços dos teatreiros aqui.

terça-feira, setembro 13, 2011

Catarse: passo a passo

Amigos,

o Teatro Por Que Não? segue com o projeto Por Que Não? em Portugal no Catarse! Agora disponibilizamos aqui nosso vídeo de divulgação, e abaixo um "passo a passo" de como você pode nos ajudar! As contribuições podem ser feitas a partir de R$10! Colabore!



Agradecemos pelas colaborações já realizadas e contamos com a sua!
Abraços e saudações teatrais!

quarta-feira, setembro 07, 2011

(pausa dramática) - 7ª edição

Estar em processo criativo é reinventar-se. Esse é o mote e o desafio da leitura dramática proposta pela equipe do espetáculo Fando & Lis para o texto homônimo da obra de Fernando Arrabal. O espetáculo, que estreou em 2010, no Teatro Caixa Preta da Universidade Federal de Santa Maria, teve como fundamento para a pesquisa da linguagem da cena a busca pelos contrastes presentes no texto de Arrabal. 


Agora, o diretor Eduardo Colombo e os atores Anderson Martins, Geison Sommer, Ícaro Costa, Márcio Carvalho, Raiana Paludo, juntamente com Juliet Castaldello, responsável pela iluminação da peça, vêem na parceria com o Teatro Por Que Não? e o Boteco do Rosário uma bela oportunidade de lançar novos olhares para o texto com o qual vêm trabalhando. Seguindo esse desejo, elenco e diretor buscarão, no contexto da leitura dramática, priorizar elementos do texto que não são enfatizados no espetáculo. 

Espetáculo Fando e Lis - Direção: Eduardo Colombo
A (pausa dramática) do grupo é tratada, neste caso, como possibilidade de dar continuidade e aprofundamento à pesquisa que deu origem ao espetáculo, mas de maneira diferenciada, ou seja, através de um contato outro com o público, que não o da apresentação da peça. 

Espetáculo Fando e Lis - Direção: Eduardo Colombo
O grupo propõe, assim, uma auto-provocação e, ao mesmo tempo, traz, através do (pausa dramática), uma nova possibilidade de colocar o espectador santamariense em contato com um dos textos de teatro mais complexos e importantes do século XX. 

Sobre o autor
Nascido em 1932 em Melilla, Espanha, e criador de uma obra vasta da qual fazem parte romances, peças de teatro, livros de poemas e longa-metragens, Fernando Arrabal desde criança utilizou-se do teatro como um instrumento de expressão que o auxiliava a entender a si mesmo e a relacionar-se com o mundo. O dramaturgo teve uma infância bastante atribulada na qual o teatro servia, então, como um refúgio, um espaço de conexão com o mais profundo de si. Segundo o próprio Arrabal, sua escrita tem relação íntima com suas próprias vivências e, por isso, suas obras podem ser entendidas como o resultado de uma reelaboração de suas memórias. Seus textos preenchem-se de medos, sonhos, pesadelos, desejos e frustrações infantis e apresentam geralmente os mesmos temas, revelados através de personagens e enredos também similares, expondo a confusão do ser humano em sua relação com a existência. Arrabal abandonou a Espanha em 1954 e desde então vive na França. Na década de 60 fundou o movimento Pânico, junto de Alejandro Jodorowsky, cineasta chileno, e Roland Topor, pintor, escritor e ator francês, influenciado pelo dadaísmo e pelo surrealismo. É o autor espanhol mais encenado no mundo e um dos poucos artistas ainda vivos ligados ao contexto de surgimento do chamado Teatro do Absurdo. 

Sobre o texto 
Fando e Lis foi escrito em 1956, dois anos depois de Fernando Arrabal exilar-se na França, e é um dos primeiros textos teatrais do autor. A peça, que se desenrola em cinco quadros, expõe, através dos conflitos entre cinco personagens (Fando, Lis, Mitaro, Namur e Toso), o desespero e o absurdo do ser humano frente à vida, ao amor e à morte. O texto faz parte dos anos iniciais do movimento Pânico, época em que também foram escritos A Bicicleta do Condenado, O Triciclo e Piquenique no Front

Sinopse do texto
Abandonados em um mundo de desesperada e impossível comunicação, Fando carrega Lis, sua noiva paralítica, em busca da maravilhosa cidade de Tar. No caminho, e nos encontros e desencontros com os “homens de guarda-chuva” (Mitaro, Namur e Toso), as personagens debatem-se com as angústias e os pesares da existência humana.

O QUE?: (pausa dramática) - 7ª edição, com a leitura de Fando e Lis por Anderson Martins, Raiana Paludo, Geison Sommer, Márcio Carvalho, Ícaro Costa e Juliet Castaldello.
QUANDO?: Segunda-feira, dia 12 de setembro.
ONDE?: Boteco do Rosário (Rua do Rosário, nº 400).
QUE HORA?: 20h.
QUANTO?: De graça!

Aguardamos todos vocês lá, dando seguimento a esse evento que cada dia fica mais bonito!
Abraços à todos!

Texto: Eduardo Colombo
Fotos: Pablo Canalles
Arte do cartaz: Aline Ribeiro

terça-feira, setembro 06, 2011

Sempre adiante!

Olá! Bons dias a todos que nos acompanham!

Na sexta-feira passada, dia 02 de setembro, foram realizadas as duas primeiras ações do selo Por Que Não? em Portugal, ambas com um bom resultado! Boas energias direcionaram-se primeiramente ao Theatro Treze de Maio, onde apresentamos o espetáculo Gabriela, Cravo e Canela, que envolveu a plateia presente com suas cores, cheiros, sabores e melodias...


Logo depois, a banda Seu Tonico na Ladeira fez o público do Boteco do Rosário cair num bom samba, nos presenteando com um repertório pra não deixar ninguém parado. Arredam-se mesas e cadeiras, arrastam-se as sandálias e estampam-se os sorrisos. Não tem como não ficar satisfeito!


Também estavam presentes a banca de produtos do Teatro Por Que Não? e um computador disponível a colabores com nosso projeto no Catarse. Tudo para uma noite linda, que deu a largada para um projeto que ainda promete muitas novidades!


Agradecimentos para toda a equipe do Theatro Treze de Maio, a toda equipe do Boteco do Rosário, a banda Seu Tonico na Ladeira, a Cerveja Província, a todas as pessoas que de alguma maneira colaboraram e  especialmente ao público presente, que fez com que o lançamento do selo Por Que Não? em Portugal realmente se tornasse concreto! Muito obrigado!


Continuem acompanhando.
Um abraço caloroso!

Fotos: Aline Ribeiro

sexta-feira, setembro 02, 2011

Catarse!

Boa noite a todos!

É com muita satisfação que o Teatro Por Que Não? anuncia a todos os amigos, conhecidos, desconhecidos, curiosos e internautas, que estamos lançando o  projeto "Por Que Não? em Portugal" no Catarse


Para você que não conhece, o Catarse é um site onde projetos são inscritos para que possam ser financiados colaborativamente (receber doações)! As doações são feitas pela internet, através do site do próprio Catarse, porém não se trata de algo unilateral, pois para cada cota de auxílio, existe uma contrapartida oferecida ao doador.

A partir disso o Teatro Por Que Não? lança hoje seu projeto no Catarse, tendo o período de 90 dias para alcançar o valor de R$ 5.500. Qualquer pessoa poderá doar uma quantia a partir de R$10 e receber uma "recompensa" de acordo com o valor doado! As pessoas também podem optar por não receber o presente e/ou doar no anonimato.

Para quem quiser conhecer a nossa página no site do Catarse, ou saber quais são os presentes que o grupo estará disponibilizado para os contribuintes, é só entrar aqui! Para doar, é só clicar no botão que diz "Quero apoiar esse projeto". Os valores que o Teatro Por Que Não? organizou  para quem quiser ajudar são de R$ 10 – R$ 30 – R$ 50 – R$ 75 – R$ 150 – R$ 300 – R$ 500 - R$ 1000 – R$ 3000 . 

Se você ficou interessado em ajudar o Teatro Por Que Não? no Catarse, é só dar uma olhada nesse site, que mostra passo-a-passo como doar! É fácil e seguro!

Mais informações, entre contato conosco pelo e-mail porquenaoemportugal@gmail.com


Seja um colaborador, divulgue essa ideia!
Desejamos a todos um ótimo fim de semana, e um super abraço!